Carreata de Carros de Boi em prol da construção da Igreja de São José reúne várias pessoas em Rio Paranaíba

Diversas pessoas acompanharam no início da noite deste sábado (01), a chegada de 15 carros de boi que vieram à Rio Paranaíba trazer diversos sacos de cimentos que foram doados por fiéis para a construção da Igreja de São José no bairro São Francisco. Os carros saíram às 08h na comunidade de Sagrados Corações no Alto do Abaeté e chegaram na cidade por volta das 17h.

Voluntários se prontificaram em oferecer alimentação para os carreiros e candeeiros que acompanharam os carros de boi por todo o trajeto a pé e bem como para os animais. Ao todo, segundo a comissão organizadora da carreata, foram doados mais de 600 sacos de cimentos que foram reunidos e entregues na noite deste sábado à comunidade de São José.

Na chegada dos carreiros na porta da nova igreja, eles foram recebidos pelo pároco Pe. Maurino Mota, pelo prefeito municipal Valdemir Diógenes e a secretária de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Mauriza Galvão. O sacerdote concedeu a bênção a todos os carreiros, candeeiros e organizadores do momento festivo.

Padre Maurino também agradeceu a todos que de alguma forma ajudaram a arrecadar as doações para a construção de São José e desejou que Deus os pague, através da intercessão do padroeiro da comunidade. Os organizadores também fizeram questão de agradecer a todos os envolvidos e destacaram que ficaram surpresos com todas as doações.

Todo o cimento será guardado no estoque de algumas lojas de materiais de construção da cidade e serão usados na medida do possível na construção. Após o acolhimento aos carros de boi, os bois foram levados para um lugar preparados para que eles pudessem descansar da longa viagem e receberem alimentação e água.

Para os carreiros e candeeiros foi servido um jantar preparado por voluntários. A festa continuou noite adentro com a presença de várias com pessoas  e teve roda de viola, show da dupla Moacir e Lair, comercialização de alimentos e show de prêmios.

Fotos: Luiza Martins

Texto: Gilberto Martins